Navegue no menu abaixo

Prémio José Figueiredo 2011

"José Malhoa - Tradição e Modernidade" - Nuno Saldanha

Nuno Saldanha é professor do IADE e membro da UNIDCOM. Venceu o "Prémio José de Figueiredo 2011" com a obra "José Malhoa - Tradição e Modernidade", atribuído pela Academia Nacional de Belas Artes, que premeia o melhor Livro de Arte de 2010.

O livro foi editado pala Scribe - Produções Culturais, Lda. Visa o estudo de uma das personagens mais carismáticas e incontornáveis no panorama da História da Arte Portuguesa oitocentista. "Uma das mais idolatradas, mas também das mais controversas, nomeadamente no epíteto dado, do "mais português dos pintores portugueses".

Sobre a Obra:

Esta obra visa o estudo de uma das personagens mais carismáticas e incontornáveis no panorama da História da Arte Portuguesa oitocentista. Uma das mais idolatradas, mas também das mais controversas, nomeadamente no epíteto dado, do "mais português dos pintores portugueses". Apesar da popularidade da sua figura, e da extensa fortuna crítica que a ele lhe tem sido dedicada, Malhoa carecia ainda de um estudo sistemático global, e de contextualização, quer a nível nacional, como sobretudo internacional, no sentido de compreender a eventual especificidade da sua obra, e personalidade. Pretendeu-se realizar uma análise detalhada e sistemática da sua vida e obra, não apenas desconstruindo esse "mito da portugalidade", como também, perceber os moldes em que se desenvolveu a sua produção pictórica, através das ideias, dos modelos, influências e resultados, numa obra profusamente ilustrada com cerca de 300 fotografias.

 Sobre o Prémio:

José de Figueiredo foi o primeiro director do Museu Nacional de Arte Antiga. A Academia Nacional das Belas-Artes em homenagem ao seu primeiro director, atribui um prémio com o seu nome, aos melhores livros publicados em Portugal sobre arte e património. Prémio José de Figueiredo da Academia Nacional de Belas Artes - foi  criado em 1940 para evidenciar a investigação na área da história da arte e património, o Prémio José de Figueiredo - cujo nome é uma homenagem ao primeiro director da Academia - foi atribuído pela primeira vez ao escultor Diogo de Macedo e, ao longo de quase setenta anos, foram distinguidos, entre outros investigadores, Santos Simões (Azulejaria), Matos Sequeira (inventários artísticos de Santarém e Leiria), Aires de Carvalho (Barroco), Pedro Dias (Manuelino), José Augusto França, e Vítor Serrão."

 

Diminuir Letra Aumentar Letra

Tamanho de letra